segunda-feira, 30 de março de 2015

Um segredo de Génio...

Quando engravidei e pensei no que faria quando regressasse ao trabalho, cheguei rapidamente à conclusão que preferia de longe que o meu filho fosse para um berçário. Porquê? Isso dará outro texto, polémico q.b. e por isso deixo para outro dia. Voltando ao início, depois da decisão tomada, era preciso encontrar o lugar certo para deixar o meu filho. Perto de casa tinha poucas referências. E tinha que ser perto de casa. Como sabem, não tenho um local de trabalho fixo e, como tal, não poderia sujeitar o bebé a andar de um lado para outro. Comecei a procurar. Na internet, em chats de mães, li de tudo um pouco. Acabei por visitar poucos. E dos que visitei gostei de um. Depois marquei visita para o meu marido lá ir. E escolhemos.
 
Dessa visita fiquei com algumas impressões que me deixaram tranquila.
1. Achei que todas as crianças estavam felizes quando lá entrei. Genuinamente felizes por estarem ali, naquele lugar, com aquelas pessoas.
2. Estava tudo LIMPOOOOOO. Como sabem sou um "bocadinho" paranóica com isso. Até a cozinha. Impecavelmente organizada (era quase hora de almoço).
3. Achei que estava tudo arejado, iluminado, com boa energia.
 
Enfim... Algo me disse que era um bom lugar.
 
Fiz a pré-inscrição às cegas. O Pedro nasceu. Passou-se a licença de maternidade. E em plena depressão pós-parto chegou o dia de ir com o Pedro pela primeira vez. Tínhamos combinado que eu ficaria lá com ele os primeiros dias, caso víssemos que havia necessidade. E assim foi. Claro que o Pedro estranhou. Claro que o Pedro chorou. E muito. Claro que me custou horrores deixá-lo lá a primeira vez. E a segunda. E a terceira. E as primeiras semanas. Mas via que o Pedro ganhava confiança a cada dia que passava. Via a forma como ele ficava ao colo da educadora dele. Via o carinho com que ela o tratava, com que ela o abraçava. E comecei a relaxar. E depois vieram os pormenores. O Dia do Pijama, a festa de Natal, o Carnaval, o Dia dos Namorados, o Dia do Pai. Não imaginam as coisas maravilhosas que fazem lá. Não imaginam a forma como colocam os pais a interagir com as actividades das crianças. E não fazem a mais pequena ideia das recordações que fazem para os pais.
 
Resumindo? Estou muito feliz com a escolha que fizemos para o Pedro. Nada paga a felicidade dele quando chega lá. E nada paga a alegria estampada no rosto quando o vamos buscar. Sei, porque sei, que o Pedro é feliz lá. E não! Não é o colégio XPTO, com piscina aquecida, campo de 1000 jogos ou luxos. Mas sim! É o colégio com as pessoas perfeitas, carinhosas, amorosas, competentes. O único onde imagino o Pedro. Chegou a hora de revelar este segredo. Chama-se "Génios em Marcha" e fica em Valadares, Vila Nova de Gaia!

sábado, 28 de março de 2015

Cheesecake de Nutella

Vamos cá esclarecer uma coisa, eu estou constantemente de dieta. Sempre! Semana sim, semana sim. E depois aproveito qualquer oportunidade para estragar todas as dietas. Aiiiiiii meu Deus. Lá vou eu ter que ir correr para queimar algumas gorduras.
 
Vejamos. O meu marido é louco por Nutella, falou-me desta receita e lá fui eu comprar os ingredientes para a sobremesa de amanhã. Como é dia de Ramos, os padrinhos do Little P. vêm cá almoçar. Vamos lá criar tradições...
 
Basicamente estamos a falar de um cheesecake de Nutella. Um cheesecake de forno, altamente calórico, que deve ser feito no dia anterior ao dia em que é servido, uma vez que deve passar algumas horas no frigorífico. E, como não sou invejosa, e preciso muito de aliadas e aliados nas minhas loucuras gordas, aqui vai a receita:
 
Pré-aquecer o forno a 180º.
(Nota: Todos os ingredientes deverão estar à temperatura ambiente de modo a facilitar a mistura)
 

Base:

250 gr de Oreo
80 gr de manteiga sem sal
 
Tira-se o recheio das bolachas Oreo (descarta-se. Não se aproveita para nada, a menos que queiram ingerir o recheio antes do cheesecake... Nãaaaaaaaaaoooo).
Picam-se as bolachas na picadora.
Derrete-se a manteiga sem sal e junta-se à bolacha picada. Deve picar-se mais um pouco para ficar bem misturado.
 
Coloca-se o preparado numa forma (daquelas que se abrem para desenformar), espalma-se e leva-se ao forno (pré-aquecido a 180º) durante 13 a 15 minutos.
 

Recheio 1:

1 kg de queijo creme
200ml natas
200 gr açúcar
2 colheres de sopa de essência de baunilha (eu usei 1,5)
4 ovos
 
Ao queijo creme juntam-se as natas e bate-se com a batedeira.
A essa mistura junta-se o açúcar, a essência de baunilha e os ovos, um a um, sem parar de bater.
 
Quando o preparado estiver homogéneo, separa-se 1/3 do mesmo e reserva-se o restante.
 

Recheio 2:

1/3 do preparado anterior
200 gr de Nutella
2 colheres de sopa de Natas
 
Ao 1/3 do preparado do Recheio 1 adiciona-se 200 gr de Nutella (aconselho a amolecer uns segundos no microondas para ser mais fácil a mistura) e 2 colheres de sopa de Natas. Deve bater-se tudo com a batedeira até ficar um creme homogéneo (em tudo idêntico ao recheio 1)
 
Nesta fase já a base deverá estar quase fria (13-15 minutos passam depressa)
Imediatamente em cima da base coloca-se o recheio 1. Depois o recheio 2.
 
Vai ao forno a 150º por 45-55 minutos (como a minha forma estava bastante cheia, resolvi deixar 55 minutos). Quando acabar o tempo, deixa-se o cheesecake dentro do forno (SEM ABRIR O FORNO) por mais 1h.
 
Depois desse tempo retira-se do forno e deixa-se arrefecer completamente ainda na forma.
Só depois de frio deve desenformar-se.
 
 

Cobertura:

200 gr de Nutella
75 ml de natas
 
Às 200 gr de Nutella adiciona-se os 75 ml de Natas ligeiramente aquecidas (facilita bastante a mistura). Daqui resulta um creme brilhante com o qual se deve cobrir o cheesecake.
 
Passa a noite no frigorífico e decora-se a gosto antes de servir (ex: raspas de chocolate, avelãs trituradas, amêndoas caramelizadas...)
 


Agora vamos lá dormir, que amanhã tenho um dia cansativo...
E experimentem. Não quero ser a única a comer estas coisas!!!





Pechincha #1 e #2, pechincha #3 e #4

"A necessidade aguça o engenho" ou "Quem não caça com cão, caça com gato" são ditados populares que querem apenas mostrar que as pessoas procuram soluções quando não podem ou não devem continuar a fazer/comprar/consumir o que querem/gostam.

Todos sabem que sou para lá de fiel a algumas coisas. E as coisas boas são mesmo dificeis de deixar para trás. Mas essas mesmas coisas boas são também caras e a velocidade a que as consumia não é compatível com a velocidade a que o meu dinheiro sai da conta bancária nos dias de hoje. Assim, depois de ler em alguns blogs algumas considerações/opiniões sobre alguns produtos, resolvi experimentar. E hoje vou desvendar uma marca e quatro pechinchas. Vamos lá criar uma rubrica de pechinchas no blog...

CATRICE:

Nunca tinha ouvido falar desta marca, até que li num blog de maquilhagem que o primer era óptimo. Claro que fiquei curiosa, mas sinceramente não coloquei a hipótese de experimentar. Porquê? Ahhhhhh. Porque haveria de querer experimentar se alternava entre o primer Estée Lauder e o primer MAC? Toda a minha maquilhagem é (era) destas marcas. Há muitos e muitos anos que o tratamento de rosto é confiado à Estée Lauder. E adooooooooro!
Bom, mas vamos à pechincha. Isto passou, até que li num outro blog sobre o pó matificante da... Catrice, pois claro. E? Adivinhem? Não coloquei a hipótese de experimentar!

Mas (e há sempre um mas...), o meu pó acabou. O meu primer foi-se. Tinha que comprar outros. Mas (e como já disse, há sempre um mas...) aqueles que usava eram demasiado caros e eu não estava disposta a comprá-los outra vez. Pelo menos, para já. Um dia, quem sabe?

Fui a uma Well's (a Catrice vende-se nas lojas Well's) e comprei. Assim de olhos fechados. Resolvi dar uma hipótese aos produtos e algum crédito às bloggers (não acham que fiz bem? eheheheh). Comprei o primer e o tal pó. Comecei a usar e passei a fã num abrir e fechar de olhos. Já comprei várias caixas de pó, porque uso todos os dias e acaba-se rapidamente. O primer dura mais tempo porque não uso todos os dias. A minha base é muito boa e só uso primer quando vou  uma festa ou sei que vou ter um dia mais longo. Chamam-se "Prime and Fine Mattifying Powder Waterproof" e "Prime and Fine Pore Refining and Anti-Shine Base".

Depois procurei saber mais sobre a marca. Afinal de contas já estava consumidora. Se estiverem interessadas, há um pormenor digno de mencionar: a Catrice não realiza nem autoriza qualquer tipo de testes em animais para desenvolver os seus produtos. E tal aplica-se tanto aos produtos como aos ingredientes, já que é exigida uma declaração por escrito aos fornecedores certificando que os ingredientes são manufacturados sem serem testados em animais. Não é maravilhoso??

Um dia fui à Well's comprar umas coisas para o little P. (estavam em promoção) e resolvi olhar a sério para a montra Catrice. Como sou doida por sombras de olhos (DOIDA é mesmo o termo!), olhei, olhei, olhei e resolvi comprar uma que se chama "Liquid Metal" e que agradável surpresa... A sombra é maravilhosa. Espalha-se bem, fica com um look acetinado e, mais importante, não parte durante o dia. Fica intacta. No primeiro dia não usei a minha habitual base de sombra para aferir a real durabilidade e ao final do dia estava quase igual. Melhor que tudo? Não custa os 17€ das sombras da MAC ou os perto de 20€ das Estée Lauder ou Dior.
 

A rendição tinha começado. Era possível comprar produtos eficazes, que não provocassem alergias ou incómodos, a preços acessiveis. E por isso resolvi experimentar os vernizes que prometem um efeito gel (também li sobre isso num Blog). Lá fui eu comprar a base, o verniz e o top coat. Porque comprei os 3 de uma vez? Porque estes 3 produtos ficaram ao mesmo preço que um só verniz da Essie, ou apenas uma base Essie, que é a marca que já uso há anos. E já para não dizer que estes 3 produtos ficam por quase metade do preço que apenas o Top Coat que eu uso (é da O.P.I.). Valia a pena experimentar. Não? Aqui tenho a dizer também que o efeito e a duração é a mesma que tinha antes, com Essie e O.P.I., mas agora muito mais barato. Só não gostei da base. Nem na aplicação, nem depois de remover o verniz. Achei que as minhas unhas estavam amarelas, o que não acontece com a outra base. Assim, vou voltar à base da Essie nas cores escuras e gastar esta nas cores claras. O verniz é muito bom, brilhante e aplica-se facilmente... E estas fotografias tem uma semana de diferença entre elas. Não estão bonitas?

 
Em relação aos preços. Comecem os tambores a rufar, por favor!!!
 
Sombra: +/- 4€
Base+Verniz+Top Coat: +/- 11€ (devem ser +/- 3,50€ cada um...)
Pó Prime and Fine Mattifying: +/-5 ou 6€
Prime and Fine Pore Refining Base: +/- 5ou 6€
 
Quem é amiga, quem é??

segunda-feira, 23 de março de 2015

A idade não escolhe amores...

Estamos na era em que se fala de tudo abertamente. As pessoas deixaram de ser recatadas. Falam de sexo, das suas aventuras, das suas viagens. Mostram até mais do que são.
Se acho mal? Nem mal, nem bem, desde que isso não me afecte.
O que me afecta é que nesta era em que se fala de tudo e toda a gente tenta mostrar que não é preconceituosa, aparece qualquer coisa que nos puxa à realidade e mostra o mundo mesquinho em que vivemos.
Ora bem, este paleio todo porquê? Porque na capa de uma revista cor-de-rosa da semana passada aparece a fotografia de um casal que casou em segredo. Até aqui tudo lindamente. Casaram, são felizes, têm uma família. O que não está bem é ao lado de cada um dos nomes estar entre parêntesis a idade de cada um deles. Porquê? Porque na capa da revista focam desde logo, não o casamento ou a felicidade do casal, mas sim a diferença de idades entre eles, sendo que neste caso a mulher é mais velha do que o homem.
A identidade do casal não me interessa para nada. E a mim também não me interessa a idade deles. Nem me parece que isto devesse ser assunto de capa. Afinal, qual é a diferença se eles têm a mesma idade ou não? Ou se ele é mais velho e ela tem idade para ser filha dele, ou se ela é mais velha e ele está a aproveitar-se da fama, do dinheiro ou de qualquer outra coisa?
O preconceito é feio! Turva a visão das pessoas. Afasta-as do que é mais importante. E sim! Eu sei do que falo! Já vivi um relacionamento em que a diferença de idades era grande. Sentia os olhares, sentia os rumores. Nunca me incomodou. Mas incomodava alguns seres, como se isso afectasse a sua vida de alguma forma. Definitivamente há gentinha muito preocupada com a vida dos outros, associando essa preocupaçãozinha barata aos preconceitos sociais!
Na sexta-feira um qualquer meio de comunicação social anunciou o fim do namoro do Bradley Cooper. E na sua página de facebook logo uma senhora escreveu "a diferença de idades era tão grande..." Porra! E os casais com a mesma idade? Não se separam? São felizes para sempre?
Ah! Pois, bem me parecia!
O amor acontece, minha gente! A idade, o género, a raça, a religião, são características. Pormenores que definem a pessoa individualmente e que podem misturar-se como bem se entender sempre que duas pessoas se juntam. Uma relação não pode definir-se por nada disto. Apenas o AMOR é condição imprescindível. E, nem o amor escolhe a idade, nem a idade escolhe o amor...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Dia do PAAAAAAAAAI

É inevitável hoje! Dia do Pai. Tenho mesmo que falar sobre isto.

Em dias como o de hoje sinto um aperto tão forte. Sinto um nó na garganta. Já me caíram umas quantas lágrimas. Tenho saudades! Sinto a falta do meu pai. Não hoje, mas sempre. Nos momentos felizes, nos mais tristes e angustiantes. Sinto falta até do que não vivi com ele. Do colo que ele poderia dar ao little P., dele no meu casamento, dele a acariciar a minha barriga durante a gravidez, dele a segurar a minha mão enquanto fazemos passeios nesta baixa do Porto tão cheia de vida, dele a cantar a música da moda, dele a dançar disparatadamente no S. Pedro. Dele a querer ter a família debaixo da sua asa protectora em todos os momentos. Dele a resolver todos os nossos problemas, fáceis ou difíceis. Dele a arrumar a mala do carro quando pensamos que não cabe mais nada lá dentro. Dele com a máquina fotográfica ao peito em qualquer lugar por onde viajamos. Dele a querer conhecer o mundo com a mesma ansiedade e curiosidade de um miúdo de 18 anos. Dele num festival a beber uma caipirinha. Dele querer sair à noite comigo. Dele querer fazer TUDO comigo. E quantos passeios de mota terão ficado por fazer?

É fodido ficar sem um pai! Mas, garanto-vos, é muito fodido ficar sem um pai assim, como este que a vida me ofereceu. Mantenho as saudades, mas aprendi a aceitar que a mesma vida que mo deu, mó tenha tirado tão cedo. Aceito! Mas não gosto! Aceito, mas sofro! Aceito, mas as saudades apertam!

Tenho um marido que adora agarrar o little P. Que lhe muda a fralda, que lhe dá banho, que lhe faz o jantar, que lhe dá de comer, que lhe dá beijos, que o faz rir e soltar as gargalhadas mais doces do mundo. Tenho um marido que é pai do meu filho, e hoje vivo este dia com um sorriso de orgulho pelo sorriso que o meu filho abre quando vê o pai. Ou quando ele diz "papá". Ou quando faz uma festa na cabeça ao pai. 

Hoje é dia do Pai e misturo a alegria com a saudade. O sorriso com as lágrimas.
Hoje é dia do Pai e festejo o meu e o do meu filho.

Still hurts!

quarta-feira, 18 de março de 2015

mal me quer, bem me quer

Há todo o tipo de pessoas por aí. Boas, más, simpáticas, nojentas, arrogantes, burras, parvas, melosas, doces...
Confesso que há pessoas com quem "o meu santo não cruza" desde o início. E acaba-se todo o potencial de relação nesse mesmo instante. Há outras sobre quem não se consegue formar uma opinião. E a essas, geralmente, dou o benefício da dúvida. Até porque, se não me derem a mim benefícios de dúvidas, estou tramada!! Eheheheheh. E há aquelas de quem se gosta logo, com quem se quer estar sempre, porque nos transmitem coisas boas, vibrações positivas, calma e sabedoria.
 
Hoje estou triste. Fui mal tratada por alguém que não tem qualquer tipo de justificação para fazê-lo. Alguém a quem dei o benefício da dúvida. Alguém que não é carne, nem é peixe, mas que achei que poderia valer a pena tentar. Não! Não! Não! Não vale. Há pessoas tão más por aí. Calcaram os meus calos. Acho melhor não escrever mais nada... Imaginem só!

Por outro lado, hoje estou feliz. Há uns tempos "reencontrei" uma pessoa no facebook que já não vejo há anos. 15, 16? E não é que essa pessoa me surpreendeu hoje com convites para um concerto para bebés na Casa da Música? O little P. vai adorar. E no mesmo dia vou estar com alguém que já não vejo há tanto tempo, que a vida separou, que o facebook juntou, e que a essência não mudou! Há pessoas verdadeiramente especiais. Pessoas com quem vale a pena falar. Em quem vale a pena investir tempo e emoções. Que não nos desiludem.

A tristeza que sinto pela existência de pessoas tão despreziveis hoje foi superada em muito pela felicidade de uma surpresa proporcionada por uma pessoa tão carinhosa. Obrigada Teresa! Este é um episódio digno de registo aqui no casulo, para que o meu filho conheça e saiba que o "essencial é invisível aos olhos"! És uma querida e estou grata à vida por ter cruzado de novo os nossos caminhos! Beijinhos



A imagem do casulo no facebook




Esta semana, nasceu a página de facebook do casulo-seguro.
A página já estava criada há muito, mas eu queria que houvesse uma imagem associada. O blog é meu. As palavras, sentimentos, descrições, pensamentos são meus e só meus. Mas não fazia sentido associar esta página apenas a mim. Existe uma história do casulo. O casulo foi criado numa altura da minha vida com um propósito e foi crescendo, foi mudando (pouco porque eu também não mudei assim tanto), foi abordando outros assuntos. E tudo isso merecia uma imagem própria.

Eu sigo no facebook uma página que se chama "Mães", que, como o próprio nome indica, é de mães e para mães. Onde se questiona, sugere, divulga, opina. E foi lá que descobri a Bárbara Cabral. A Bárbara publicou um post com fotografias de alguns trabalhos dela, para o caso de haver interessados. Gostei do que vi. Enviei-lhe uma mensagem a pedir orçamentos. Ela respondeu-me logo, chegamos a um acordo (fácil, fácil) e no dia seguinte já tinha um mail com uma sugestão. Das poucas palavras que lhe escrevi sobre o que imaginava para o casulo-seguro, ela captou a essência e não foram necessários grandes ajustes para chegarmos à minha imagem favorita. Foi assim que nasceu a fotografia de perfil da nova página de facebook do casulo-seguro. Em breve surgirá uma para a capa e, com o tempo, espero que a fotografia de hoje, à semelhança do blog, também evolua. Porque a vida não pára, este blog não deverá parar também.


Assim, caso tenham gostado da imagem que escolhi para retratar o casulo e precisem de imagens, logos, convites, ilustrações, enfim... Caso precisem, eu darei o contacto da Bárbara!

Obrigada Bárbara!